Aprenda a avaliar o grau de risco de suicídio do seu paciente.

Um treinamento para profissionais de saúde.

Data: 7 de julho
Horário: 19h
Online e ao vivo
Dê preferencia a inserir um email que tenha acesso com mais facilidade, pois é por ele que enviaremos todas as informações.

Nem toda ideação suicida representa um risco iminente.

Mas toda fala sobre suicídio exige escuta clínica qualificada.

Muitos profissionais, diante da menção ao suicídio, sentem medo.

E é compreensível.

O tema é delicado, complexo e atravessado por responsabilizações, lacunas formativas e decisões difíceis.

Mas esse medo não pode ser o que guia suas ações clínicas.

Porque quando o medo age no lugar do conhecimento, o cuidado se torna automatizado: quebra-se o sigilo sem critério, indica-se uma internação precoce, apagam-se as nuances da escuta.

E é assim que se perde a chance de compreender o que realmente está acontecendo.

Avaliar o risco de suicídio não é aplicar um checklist.

Nesta aula, você vai aprender:

Quais elementos compõem uma avaliação de risco eficaz
Como diferenciar tipos de ideação suicida
Como avaliar intencionalidade, ambivalência e fatores contextuais
Quando (e como) acionar recursos da rede com responsabilidade
Como a avaliação de risco pode guiar o plano terapêutico
O que NÃO fazer — práticas desatualizadas que aumentam o risco

Essa não é uma aula sobre preenchimento de ficha.

É sobre formação clínica real.

Porque antes de intervir, você precisa compreender.

E para compreender, é preciso saber escutar.

Inscreva-se gratuitamente, e entre no grupo do WhatsApp para receber os materiais da aula.

Olá!

Eu sou a Raysa Lima.

Sou psicóloga especializada em Prevenção ao Suicídio, com anos de prática clínica e com um enorme desejo de compartilhar com você tudo aquilo que tenho aprendido ao longo dessa jornada.

Esse é mais um conteúdo produzido pelo Espaço Amarelo, do qual sou idealizadora e CEO. Nele, nos dedicamos à capacitação de profissionais de saúde, educação e afins em relação à Prevenção e Posvenção do Suicídio, bem como outros desafios que a clínica pode nos apresentar. O propósito é o de possibilitar que pessoas em profundo sofrimento possam ter um tratamento adequado, por meio do exercício de uma Psicologia mais humanizada e tecnicamente preparada para atender casos graves.

Além disso, sou membro Fundadora e Conselheira Técnica da Associação Baiana de Prevenção e Posvenção do Suicídio (ABAPS) e da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS); e membro da International Association for Suicide Prevention (IASP-ECG), contando com vasta experiência na área e paixão pelo exercício da minha profissão.

Copyright Ⓒ Todos os direitos reservados.